sábado, 20 de maio de 2017

Lançamento WEB CLIPE - A SAUDADE Leandro Matos e Serginho Madureira

Musica: A Saudade 
Letra: Leandro Matos e Serginho Madureira
Direção: Hugo Oliver
Produção: Xequemate Produções & Studioroots Filmes


sábado, 6 de maio de 2017

É amanhã! Ajayô Samba do Monte

Ajayô, licença pra voltar!

Amanhã, domingo, 7 de maio no Jardim Monte Azul haverá muito samba, comidas, sucos naturais e diálogos sobre nossas raízes afro-ameríndias. Além de celebrar o outono, vamos conversar sobre os orixás presentes na nossa cultura afro.

As velhas guardas do samba, artistas e convidados especiais também estarão conosco a partir das 11h da manhã.

<<<Confirme sua presença no evento neste link>>>

Confira a programação e não perca, vai ser supimpa! :))










sexta-feira, 5 de maio de 2017

Centro Cultural Monte Azul

Hoje é sexta feira e o Samba do Monte está chegando!!!!

<<<confirme sua presença no evento>>>

A Associação Comunitária Monte Azul abriga no Centro Cultural a celebração da música no retorno do Samba do Monte. Todos são bem vindos!

Saiba mais sobre as atividades do Monte Azul no link abaixo
http://www.monteazul.org.br/nucleos.php



quinta-feira, 4 de maio de 2017

Artistas Visuais - Rodrigo Bueno

O Samba do Monte vai acontecer no próximo domingo e traz várias atrações como workshops, vivências culturais e diálogos sobre nossas raízes afro-ameríndias.

<<<confirme sua presença no evento>>>

Rodrigo Bueno é um artista de São Paulo e tem anos de experiência em ambientação e nas artes visuais. O site dele é muito bacana, vale a pena conferir o trabalho desse artista que vai abrilhantar nossa celebração.




O samba não pode parar!

http://www.mataadentro.com.br/

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Artistas visuais - Aderbal Ashogum

O Samba do Monte está chegando e traz várias atrações como workshops, vivências culturais e diálogos sobre nossas raízes afro-ameríndias.

O mestre Aderbal Ashogum é do Rio de Janeiro e estará conosco falando sobre os orixás Exu e Ogum.

Abaixo um link com o breve histórico desse grande estudioso da nossa cultura.

http://eavparquelage.rj.gov.br/a-escola/professores/cursos-do-professor/?prof=145



terça-feira, 2 de maio de 2017

Coleta Filmes

No próximo domingo, dia 7 de maio, os nossos parceiros e talentosos amigos da Coleta Filmes estarão conosco para registrar a música, a arte e os diálogos sobre nossas raízes na periferia de São Paulo.

<<Confirme sua presença no evento>>

Abaixo, um documentário de 17 minutos sobre uma atividade musical daqui da zona sul realizado pelo Coleta.

Vai segurando que o samba vem ai!





segunda-feira, 1 de maio de 2017

“Sambas do absurdo” reúnem Rodrigo Campos, Juçara Marçal e Gui Amabis

Um trio talentoso se juntou para lançar “Sambas do absurdo”: Rodrigo Campos, Juçara Marçal e Gui Amabis. As oito faixas do disco foram compostas por Rodrigo Campos e Nuno Ramos. O primeiro fez as músicas e o segundo, as letras.

 O álbum foi inspirado no ensaio sobre o absurdo, escrito por Albert Camus, na obra “O mito de Sísifo”, que discute a irracionalidade e a insensatez de forma inquietante, típica dos escritos do magistral pensador franco-argelino. O disco tenta captar esses elementos expostos por Camus.

 Não é de hoje que os autores desse álbum se embrenham em trabalhos reflexivos na música. Os três CDs já lançados pele cantor e compositor Rodrigo Campos, também um cavaquinista de mão-cheia, trabalham contextos variados, tendo o samba como linha mestra (com imersões em outros gêneros) e composições criativas.

 Juçara Marçal faz pelo menos 10 anos que se mantém como uma das melhores cantoras da cena musical paulista. O fato de fazer parte da banda Metá Metá, referência no País na fusão do moderno com as nossas origens musicais, reforça esse seu entendimento da música como ferramenta de ideias. Gui Amabis tem também carreira sólida em projetos musicais densos tanto na atividade de multi instrumentista como produtor. ​

O fato é que os três - cada na sua especialidade - mostram em “Sambas do absurdo” um trabalho de alto nível. O nome das oito faixas do álbum chama-se “Absurdo”, diferenciando-se uma das outras na numeração de 1 a 8 – esse recurso dá ainda mais unidade ao projeto.


Fonte Jornal GGN Por: AUGUSTO DINIZ
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