terça-feira, 25 de abril de 2017

Juçara Marçal canta uma canção em Iorubá

Exu é um dos orixás homenageados do retorno do Samba do Monte Azul.

No dia 7 de maio, a partir das 11h, batuques, comidas e diálogos sobre nossas raízes estarão de volta na periferia de São Paulo.

LINK do evento com toda a programação no facebook
http://www.facebook.com/events/1749755295336699/


Juçara Marçal canta uma canção em Iorubá, registro do disco ' Afrobrasilidade', lançado em 2014.

domingo, 23 de abril de 2017

Playlists de Ogun Patakori Ogun! Ogunhê!

Todo Dia 23 de abril é celebrado dia de Ogun
preparamos um playlist musical de ogun, para vocês que acompanham nosso site !

Patakori Ogun! Ogunhê!

PLAYLIST CLIQUE AQUI


  Saiba mais deste orixá guerreiro...

DIA: Terça-Feira
CORES: Verde ou Azul-escuro, Vermelho (algumas qualidades)
SÍMBOLOS: Bigorna, Faca, Pá, Enxada e outras ferramentas
ELEMENTOS: Terra (florestas e estradas) e Fogo
DOMÍNIOS: Guerra, Progresso, Conquista e Metalurgia
SAUDAÇÃO: Ògún ieé!!

Ogum (Ògún) é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia; protector do ferreiros, agricultores, caçadores, carpinteiros, escultores, sapateiros, talhantes, metalúrgicos, marceneiros, maquinistas, mecânicos, motoristas e de todos os profissionais que de alguma forma lidam com o ferro ou metais afins.

Orixá conquistador, Ogum fez-se respeitar em toda a África negra pelo seu carácter devastador. Foram muitos os reinos que se curvaram diante do poder militar de Ogum.

Entre os muitos Estados conquistados por Ogun estava a cidade de Iré, da qual se tornou senhor após libertar a cidade da tirania do rei e substituí-lo pelo seu, próprio filho, regressando glorioso com o título de Oníìré, ou seja, Rei de Iré.

Não é por acaso, portanto, que nas orações dedicadas a Ogun o medo fica tão evidente e a piedade é um pedido constante, pois como diz uma das suas cantigas:


Ògún pá lélé pá
Ògún pá ojaré
Ògún pá, lélé pá
Ògún pá ojaré.

Ogum mata/extingui com violência
Ogum mata/extingui com razão
Ogum mata/extingui e destrói completamente.


Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé.

Ogum é um orixá importantíssimo em África e no Brasil. A sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último imolé.

Os Igba Imolé eram os duzentos deuses da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos deuses da esquerda.

Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.

Em todos os cantos da África negra Ogum é conhecido, pois soube conquistar cada espaço daquele continente com a sua bravura. Matou muita gente, mas matou a fome de muita gente, por isso antes de ser temido Ogum é amado.

Espada! Eis o braço de Ogum.

Características dos filhos de Ogum

Fisicamente, os filhos de Ogum são magros, mas com músculos e formas bem definidas. Compartilham com Exu o gosto pelas festas e conversas que não acabam e gostam de brigas. Se não fizerem a sua própria briga, compram a dos seus camaradas.

Sexualmente os filhos de Ogum são muito potentes; trocam constantemente de parceiros, pois possuem dificuldade de se fixar a uma pessoa ou lugar.

São do tipo que dispensa um confortável colchão de molas para dormir no chão; gostam de pisar a terra com os pés descalços. São pessoas batalhadoras, que não medem esforços para atingir os seus objectivos, são pessoas que mesmo contrariando a lógica lutam insistentemente e vencem.

Não se prendem à riqueza, ganham hoje, gastam amanhã. Gostam mesmo é do poder, gostam de comandar, são líderes natos. Essa necessidade de estar sempre à frente pode torná-los pessoas egoístas e desagradáveis, mas nem sempre.

Geralmente, os filhos de Ogum são pessoas alegres, que falam e riem alto para que todos se divirtam com suas histórias e que adoram compartilhar a sua felicidade.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Os Orixás

Exu e Ogum serão os orixás em evidência na volta do Samba do Monte Azul, no dia 7 de maio, a partir das 11 da manhã!

Essa é uma canção do começo do século 20, cantada em Iorubá, numa interpretação de Juçara Marçal, uma das vozes mais marcantes dos nossos tempos.

Venha para periferia da zona sul conferir o batuque das velhas guardas e saber mais sobre nossas raízes afro-ameríndias no Centro Cultural Monte Azul.

Evento no facebook

http://www.facebook.com/events/1749755295336699/


Juçara Marçal - Exu


sábado, 15 de abril de 2017

Thiago França " O Sino da Igrejinha"

Versão longa, instrumental e cheia de efeitos, o saxofonista Thiago França interpreta um tema famoso na Umbanda, " O Sino da Igrejinha". Outros autores já gravaram também, mas essa é muito interessante e atual.

Para saber mais as religiões afro, compareça na próxima edição do Samba do Monte , no dia 7 de maio no Centro Cultural Monte Azul. Além de música e samba, haverá apresentação de artistas e diálogos sobre nossas raízes e as influências das nossas ancestralidades.

Curta nossa página no facebook 
https://www.facebook.com/projetocomunidadesambadomonte/
Programação do evento
https://www.facebook.com/events/1749755295336699/





sexta-feira, 7 de abril de 2017

Comunidade Samba da Vila no Samba do Monte

Domingo, 7 de maio 2017 dás 11:00 - 21:00
Ajayô Comunidade Samba do Monte
Convida: Comunidade Samba da Vila 
INFORMAÇÕES
Link do evento: https://www.facebook.com/events/1749755295336699/
Site http://www.sambadomonte.com.br/
Entrada 2 reais
Local: Centro Cultural Monte Azul
Quem é Comunidade Samba da Vila?
Vem resistindo e propagando há 5 anos.
Da união de amigos apaixonados pelo samba, trazemos como inspiração grandes nomes do samba tradicional como Candeia, Marçal, Cartola, Paulo da Portela, Xangô da Mangueira, entre outros.
O repertório faz exaltação aos grandes mestres e também composições de nossos integrantes e parceiros.

Bloco Afro É DI Santo no Samba do Monte

Domingo, 7 de maio 2017 dás 11:00 - 21:00
Ajayô Comunidade Samba do Monte
Convida: Bloco Afro É DI Santo
INFORMAÇÕES
Link do evento: https://www.facebook.com/events/1749755295336699/
Site http://www.sambadomonte.com.br/
Entrada 2 reais
Local: Centro Cultural Monte Azul
O Bloco Afro É DI Santo surgiu em 2010.
O Nosso ritmo de base é o samba-reggae,com segmentos a toques e ritmos de origem afro-brasileira.
Juntou-se alguns percussionistas da região do M'Boi Mirim para juntos elaborar projetos musicais:oficinas,shows,wokshop e formação de um bloco percussivo para desfilar pelas ruas do Bairro de Piraporinha-São paulo z/s.
Gravaram algumas músicas,demos oficinas para o projeto sou da paz,mas em 2011 colocaram o Bloco na rua com 22 batuqueiros, e muita gente juntou-se a nós ( Grupos da região,dançarinos e a comunidade ).
Descobriram e buscaram desde o início, a união ( uma integração de pessoas,quebrando barreiras e transbordando alegria e muita energia positiva ) de batuqueiros e dançarinos sem preconceito de raça,religião e ou outros credos existentes em nossa sociedade.
Esse é o É DI SANTO, é de todos,meu,seu.........é de nós.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Apoio Fábrica de Cultura São Luís e Capão Redondo

Pensando em parceiros locais em trabalho de rede o coletivo Samba do Monte articula a parceria com as Fabricas de Cultura do Jardim São Luís e Capão Redondo com o projeto Ajayô Samba do Monte

Durante o projeto a fábricas vão colaborar com equipamentos e também divulgação em sua rede local

Gratidão e Simplicidade
Seguimos

terça-feira, 28 de março de 2017

Ogundelê Ogum

Ogundelê
deus da guerra, agricultura, ferro, metais e tecnologia
Pais Oxalá e Iemanjá
Irmãos Oxóssi e Exu
Cônjuges Iansã e Oxum
arma espada
sincretismo São Jorge e Santo Antônio


Ogum ou Ogulê (em iorubá: Ògún) é, na mitologia iorubá, o orixá ferreiro, senhor do ferro, da guerra, da agricultura e da tecnologia. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura e para a guerra. Na África, seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Era o filho mais velho de Oduduwa, o fundador de Ifé, identificado no jogo do merindilogun pelos odus etaogunda, odi e obeogunda, representado materialmente e imaterial no candomblé através do assentamento sagrado denominado igba ogun.

Ogum é considerado o principal orixá a descer do Orun (o céu) para o Aiye (a Terra) após a criação, um dos semideuses visando a uma futura vida humana. Em comemoração a tal acontecimento, um de seus vários nomes é Oriki ou Osin Imole, que significa o "primeiro orixá a vir para a Terra". Ogum foi provavelmente a primeira divindade cultuada pelos povos yorubá da África Ocidental. Acredita-se que ele tenha wo ile sun, que significa "afundar na terra e não morrer", em um lugar chamado 'Ire-Ekiti'.

É também chamado de Ògún, Ogoun, Gu, Ogun e Oggún. Sua primeira aparição na mitologia foi como um caçador chamado Tobe Ode.

Família 

Assentamento de Ogum no candomblé
É filho de Oduduwa e Yemu. Ogum é o filho mais velho de Odudua, o herói civilizador que fundou a cidade de Ifé. Quando Odudua esteve temporariamente cego, Ogum tornou-se seu regente em Ifé. Ogum é um orixá importantíssimo na África e no Brasil. Sua origem, de acordo com a história, data de eras remotas. Ogum é o último Igbá imolé. Os Igba Imolé eram os duzentos orixás da direita que foram destruídos por Olodumaré após terem agido mal. A Ogum, o único Igba Imolé que restou, coube conduzir os Irun Imole, os outros quatrocentos orixás da esquerda.

Foi Ogum quem ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço. Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.

O guerreiro 
Era um guerreiro que brigava sem cessar contra os reinos vizinhos. Dessas expedições, ele trazia sempre um rico espólio e numerosos escravos. Guerreou contra a cidade de Ará e a destruiu. Saqueou e devastou muitos outros estados e apossou-se da cidade de Irê, matou o rei, aí instalou seu próprio filho no trono e regressou glorioso, usando ele mesmo o título de Oníìré, "Rei de Irê". Tem semelhança com o vodum Gu.
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